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	<title>Comentários para a sociedade primitiva</title>
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	<description>o quotidiano e a antropologia</description>
	<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 22:01:13 +0000</pubDate>
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		<title>Comentário em Contra o &#8220;primitivismo&#8221; (de Jonh Zerzan) por fcruz</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/11/23/contra-o-primitivismo-zerzan/#comment-21</link>
		<dc:creator>fcruz</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 13:02:38 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado Digo pelo comentário.
A minha objecção a Zerzan é simples e basicamente aponta contra a sua postura anti-simbólica: é que a construção do seu argumento anti-cultura simbólica acenta numa lógica tipicamente religiosa ('re-ligare') e, logo, simbólica - i.e. pretende um retorno a qualquer coisa transcendente que obviamente nunca foi; não se conhece 'homo' sem cultura simbólica e não é possível pensar nisso sem um enorme esforço simbolizante (no caso, pensar um mundo "onde todos os seres são iguais"). Quando os Mbuti acabam a sua dança de celebração da anti-estrutura (V.W.Turner), que é exactamente isso - uma performance ritual abstracta que os reenvia para um mundo sem abstracções, sem estruturas - dizia eu, finda a sua dança, os Mbuti regressam às suas estruturas familiares, políticas, etc... Da mesma maneira é possível idealizar uma "comunidade primitiva" nos termos que Zerzan quizer apesar de se saber (e Zerzan deve sabe-lo concerteza) que ela é impossível nesses termos, em particular, é impossível uma comunidade sem estrutura e sem cultura simbólica - toda a antropologia duma ponta à outra do seu espectro político-disciplinar confirma isso (até ver, claro). Por outro lado a denúncia que comporta o seu argumento é importante, tão importante que lucraria muito mais se se abstivesse de bric-à-bracs intelectualmente dúbios. Por exemplo, toda a obra de Pierre Clastres, dedicada ao desmantelamento da ideia de inevitabilidade da formação de um locus de poder diferenciado da própria sociedade (um Estado), constroi-se em torno de sociedades altamente ortodoxas na sua estruturação e nas lógicas simbólicas que a acompanham. Mais, essa estruturação tem por base uma dicotomia fundamental (abstracta, simbólica) entre cultura e natureza. É assim no mínimo "batota intelectual" usar a obra de Clastres como referência para uma teoria de uma sociedade sem cultura simbólica em perfeita simbiose ecológica. Uma coisa é uma sociedade estruturada horizontalmente, outra é uma sociedade humana sem cultura - sem cultura não há referentes para "aguentar" as estruturas do social, e é isso (para o bem e para o mal) que diferencia o homo das outras espécies.
Já agora deixo uma referência quanto a uma solução para uma "sociedade sem estado" que não faz tábua-rasa do conhecimento e da lógica simbólica de ser homo.
GAUCHET, Marcel, 1980 (1977), "A dívida do sentido e as razões do Estado" in CLASTRES, GAUCHET, ADLER e LIZOT, 'Guerra, Religião, Poder', Lisboa, Ed.70: 49-89.
Parabéns ao Sismógrafo, tem sido para mim uma óptima fonte de reflexão; ainda guardo alguns posts nos rascunhos que devem directamente a ele à espera de tempo para os fazer sair cá para fora...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado Digo pelo comentário.<br />
A minha objecção a Zerzan é simples e basicamente aponta contra a sua postura anti-simbólica: é que a construção do seu argumento anti-cultura simbólica acenta numa lógica tipicamente religiosa (&#8217;re-ligare&#8217 <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> e, logo, simbólica - i.e. pretende um retorno a qualquer coisa transcendente que obviamente nunca foi; não se conhece &#8216;homo&#8217; sem cultura simbólica e não é possível pensar nisso sem um enorme esforço simbolizante (no caso, pensar um mundo &#8220;onde todos os seres são iguais&#8221;). Quando os Mbuti acabam a sua dança de celebração da anti-estrutura (V.W.Turner), que é exactamente isso - uma performance ritual abstracta que os reenvia para um mundo sem abstracções, sem estruturas - dizia eu, finda a sua dança, os Mbuti regressam às suas estruturas familiares, políticas, etc&#8230; Da mesma maneira é possível idealizar uma &#8220;comunidade primitiva&#8221; nos termos que Zerzan quizer apesar de se saber (e Zerzan deve sabe-lo concerteza) que ela é impossível nesses termos, em particular, é impossível uma comunidade sem estrutura e sem cultura simbólica - toda a antropologia duma ponta à outra do seu espectro político-disciplinar confirma isso (até ver, claro). Por outro lado a denúncia que comporta o seu argumento é importante, tão importante que lucraria muito mais se se abstivesse de bric-à-bracs intelectualmente dúbios. Por exemplo, toda a obra de Pierre Clastres, dedicada ao desmantelamento da ideia de inevitabilidade da formação de um locus de poder diferenciado da própria sociedade (um Estado), constroi-se em torno de sociedades altamente ortodoxas na sua estruturação e nas lógicas simbólicas que a acompanham. Mais, essa estruturação tem por base uma dicotomia fundamental (abstracta, simbólica) entre cultura e natureza. É assim no mínimo &#8220;batota intelectual&#8221; usar a obra de Clastres como referência para uma teoria de uma sociedade sem cultura simbólica em perfeita simbiose ecológica. Uma coisa é uma sociedade estruturada horizontalmente, outra é uma sociedade humana sem cultura - sem cultura não há referentes para &#8220;aguentar&#8221; as estruturas do social, e é isso (para o bem e para o mal) que diferencia o homo das outras espécies.<br />
Já agora deixo uma referência quanto a uma solução para uma &#8220;sociedade sem estado&#8221; que não faz tábua-rasa do conhecimento e da lógica simbólica de ser homo.<br />
GAUCHET, Marcel, 1980 (1977), &#8220;A dívida do sentido e as razões do Estado&#8221; in CLASTRES, GAUCHET, ADLER e LIZOT, &#8216;Guerra, Religião, Poder&#8217;, Lisboa, Ed.70: 49-89.<br />
Parabéns ao Sismógrafo, tem sido para mim uma óptima fonte de reflexão; ainda guardo alguns posts nos rascunhos que devem directamente a ele à espera de tempo para os fazer sair cá para fora&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em The blood path. Chris Knight&#8217;s myth of origin por Diogo Duarte</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/11/29/the-blood-path-chris-knights-myth-of-origin/#comment-20</link>
		<dc:creator>Diogo Duarte</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 01:06:38 +0000</pubDate>
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		<description>Curiosamente, a sociobiologia tem origem numa questão levantada por uma pessoa profundamente ligada a questões políticas opostas às referidas aí no texto: falo 
de Peter Kropotkin. Kropotkin contrariava uma das ideias base do evolucionismo, a da sobrevivência do mais forte, sugerindo que os animais e o homem vivem geralmente em associação e é dessa forma, em grupo, que se defendem contra todas as ameaças e condições desfavoráveis à espécie (esta ideia é defendida no seu livro Mutual Aid). 

Relativamente à questão lançada pelo docente, eu acho que neste momento ninguém nega a dimensão política da antropologia, tanto na sua aplicabilidade, na sua teoria, como na sua história. Seja qual for a vertente pela qual uma pessoa possa enveredar, esta terá sempre uma dimensão política vincada. No entanto, mais do que não negar essa dimensão política, também considero útil ter a coragem de afirmar sem rodeios que a antropologia é, muitas vezes, fazer política. O conhecimento que desenvolve e até o facto de ter sido uma das poucas ciências a estudar diferentes e imensas sociedades, tal como lembra o Graeber, devia ser o mote para uma reflexão sobre muitas questões e problemas contemporâneos, coisa que infelizmente ainda não acontece na medida possível. Acho que isto pode ser possível sem que a antropologia se torne um instrumento político. 
Na realidade, alguns antropólogos mantiveram grandes ligações a discussões políticas do seu tempo, contribuindo inclusive para o desenvolvimento de algumas teorias, muitas vezes a partir do seu trabalho antropológico. Por exemplo Marshall Sahllins e Pierre Clastres que, sem querer, influenciaram bastante o primitivismo ou, por outro lado, a influência que este último teve também para o anarquismo. Marcel Mauss também tem imensos escritos especificamente políticos e o seu Ensaio sobre a Dádiva também tem uma grande importância nesse sentido. O Graeber mais recentemente, etc.
Apesar de não concordar necessariamente que a antropologia deve seguir o caminho que o Graeber propõe, pesquisei bastante sobre as relações antigas e actuais da antropologia com o anarquismo e encontrei alguns antropólogos e trabalhos, a maioria o Graeber não menciona, com ligações a esse pensamento ou que acabaram por o influenciar, uns mais e outros menos. Para além dos nomes acima referidos, há, por exemplo, o trabalho de o Jerome R. Mintz que fez um estudo etno-histórico sobre a população de Casas Viejas na Andaluzia, chamado The Anarchists of Casas Viejas, em que desmonta alguns preconceitos e construções históricas sobre o episódio da insurgência dessa comunidade propostas por alguns intelectuais marxistas, como por exemplo Hobbsbawm, em que sugerem que a influência do anarquismo em Espanha se deveu ao seu subdesenvolvimento, à religiosidade do anarquismo, ou até, em casos mais antigos, a razões genéticas, etc. etc. (o estudo do Mintz acabou por ter alguma influência na antropologia também, nomeadamente no uso das histórias de vida e dos métodos biográficos). E há mais: o antropólogo Harold Barclay escreveu um livro chamado “People without Government: An Anthropology of Anarchy”; o antropólogo Brian Morris, autor de livros como “Anthropology of the Self” ou “Anthropological Studies of Religion”, escreveu um pequeno ensaio chamado “Anthropology and anarchism: their elective affinity”; mais uma imensidão de autores e textos com ligações a esta área, fora os livros que estão na calha, que ainda poderia referir aqui. É um mundo!
Sobre o livro falado no post, fiquei com bastante curiosidade de o ler e acompanharei com regularidade a construção desse dossier.
Parabéns pelo blog!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Curiosamente, a sociobiologia tem origem numa questão levantada por uma pessoa profundamente ligada a questões políticas opostas às referidas aí no texto: falo<br />
de Peter Kropotkin. Kropotkin contrariava uma das ideias base do evolucionismo, a da sobrevivência do mais forte, sugerindo que os animais e o homem vivem geralmente em associação e é dessa forma, em grupo, que se defendem contra todas as ameaças e condições desfavoráveis à espécie (esta ideia é defendida no seu livro Mutual Aid). </p>
<p>Relativamente à questão lançada pelo docente, eu acho que neste momento ninguém nega a dimensão política da antropologia, tanto na sua aplicabilidade, na sua teoria, como na sua história. Seja qual for a vertente pela qual uma pessoa possa enveredar, esta terá sempre uma dimensão política vincada. No entanto, mais do que não negar essa dimensão política, também considero útil ter a coragem de afirmar sem rodeios que a antropologia é, muitas vezes, fazer política. O conhecimento que desenvolve e até o facto de ter sido uma das poucas ciências a estudar diferentes e imensas sociedades, tal como lembra o Graeber, devia ser o mote para uma reflexão sobre muitas questões e problemas contemporâneos, coisa que infelizmente ainda não acontece na medida possível. Acho que isto pode ser possível sem que a antropologia se torne um instrumento político.<br />
Na realidade, alguns antropólogos mantiveram grandes ligações a discussões políticas do seu tempo, contribuindo inclusive para o desenvolvimento de algumas teorias, muitas vezes a partir do seu trabalho antropológico. Por exemplo Marshall Sahllins e Pierre Clastres que, sem querer, influenciaram bastante o primitivismo ou, por outro lado, a influência que este último teve também para o anarquismo. Marcel Mauss também tem imensos escritos especificamente políticos e o seu Ensaio sobre a Dádiva também tem uma grande importância nesse sentido. O Graeber mais recentemente, etc.<br />
Apesar de não concordar necessariamente que a antropologia deve seguir o caminho que o Graeber propõe, pesquisei bastante sobre as relações antigas e actuais da antropologia com o anarquismo e encontrei alguns antropólogos e trabalhos, a maioria o Graeber não menciona, com ligações a esse pensamento ou que acabaram por o influenciar, uns mais e outros menos. Para além dos nomes acima referidos, há, por exemplo, o trabalho de o Jerome R. Mintz que fez um estudo etno-histórico sobre a população de Casas Viejas na Andaluzia, chamado The Anarchists of Casas Viejas, em que desmonta alguns preconceitos e construções históricas sobre o episódio da insurgência dessa comunidade propostas por alguns intelectuais marxistas, como por exemplo Hobbsbawm, em que sugerem que a influência do anarquismo em Espanha se deveu ao seu subdesenvolvimento, à religiosidade do anarquismo, ou até, em casos mais antigos, a razões genéticas, etc. etc. (o estudo do Mintz acabou por ter alguma influência na antropologia também, nomeadamente no uso das histórias de vida e dos métodos biográficos). E há mais: o antropólogo Harold Barclay escreveu um livro chamado “People without Government: An Anthropology of Anarchy”; o antropólogo Brian Morris, autor de livros como “Anthropology of the Self” ou “Anthropological Studies of Religion”, escreveu um pequeno ensaio chamado “Anthropology and anarchism: their elective affinity”; mais uma imensidão de autores e textos com ligações a esta área, fora os livros que estão na calha, que ainda poderia referir aqui. É um mundo!<br />
Sobre o livro falado no post, fiquei com bastante curiosidade de o ler e acompanharei com regularidade a construção desse dossier.<br />
Parabéns pelo blog!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Contra o &#8220;primitivismo&#8221; (de Jonh Zerzan) por Diogo Duarte</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/11/23/contra-o-primitivismo-zerzan/#comment-19</link>
		<dc:creator>Diogo Duarte</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 23:52:58 +0000</pubDate>
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		<description>Também eu ainda só tive oportunidade de ler o livro na diagonal, apesar de ter já ter lido há algum tempo outros "clássicos" do primitivismo, entre eles o famoso manifesto do Unabomber. Relativamente a este livro do Zerzan, de quem também só conheço alguns pequenos textos, acho que merece uma leitura pela sua peculiaridade e até pela influência que o primitivismo vai adquirindo nos Estados Unidos. No entanto, tal como já sugere aqui no texto, acho que as suas propostas por vezes são tão absurdas ou, digamos, tão "estranhas" que eu fico com sérias dúvidas de que ele acredite mesmo no que escreve. Mas também julgo que é desse choque que as suas ideias causam que podem surgir novas questões. 
Veremos, quando tiver uma leitura mais aprofundada sobre o assunto poderei verificar se isso se confirma ou não.
Já agora, obrigado pela visita!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também eu ainda só tive oportunidade de ler o livro na diagonal, apesar de ter já ter lido há algum tempo outros &#8220;clássicos&#8221; do primitivismo, entre eles o famoso manifesto do Unabomber. Relativamente a este livro do Zerzan, de quem também só conheço alguns pequenos textos, acho que merece uma leitura pela sua peculiaridade e até pela influência que o primitivismo vai adquirindo nos Estados Unidos. No entanto, tal como já sugere aqui no texto, acho que as suas propostas por vezes são tão absurdas ou, digamos, tão &#8220;estranhas&#8221; que eu fico com sérias dúvidas de que ele acredite mesmo no que escreve. Mas também julgo que é desse choque que as suas ideias causam que podem surgir novas questões.<br />
Veremos, quando tiver uma leitura mais aprofundada sobre o assunto poderei verificar se isso se confirma ou não.<br />
Já agora, obrigado pela visita!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A realeza sagrada em África (em construcção) por The blood path. Chris Knight&#8217;s myth of origin &#171; a sociedade primitiva</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/a-realeza-sagrada-em-africa-em-construccao/#comment-18</link>
		<dc:creator>The blood path. Chris Knight&#8217;s myth of origin &#171; a sociedade primitiva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 13:41:16 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Paradigm Press de Marshall Sahlins. Como veêm tudo se conjuga. Só fica a faltar a ligação ao Rei Sagrado e deste a Régis Debray. A ver [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Paradigm Press de Marshall Sahlins. Como veêm tudo se conjuga. Só fica a faltar a ligação ao Rei Sagrado e deste a Régis Debray. A ver [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Going international! por CM</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/11/09/going-international/#comment-15</link>
		<dc:creator>CM</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 21:53:39 +0000</pubDate>
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		<description>yeah... a caminho da internacionalização :-)

parabéns, parceiros!

cristina</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>yeah&#8230; a caminho da internacionalização <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>parabéns, parceiros!</p>
<p>cristina</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em What we are por francisco</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/31/what-we-are/#comment-14</link>
		<dc:creator>francisco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 21:04:49 +0000</pubDate>
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		<description>no seguimento do encontro de primatas hoje à tarde pela faculdade, faço uma  visita aqui ao espaço. isto merece uma leituras mais atentas. por isso fiquei-me pelo video de fácil e rápida digestão.

caiu-me bem.

aproveito e deixo o convite ao meu humilde barraco
http://vaisevoltas.blogspot.com/


um abraço

francisco</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>no seguimento do encontro de primatas hoje à tarde pela faculdade, faço uma  visita aqui ao espaço. isto merece uma leituras mais atentas. por isso fiquei-me pelo video de fácil e rápida digestão.</p>
<p>caiu-me bem.</p>
<p>aproveito e deixo o convite ao meu humilde barraco<br />
<a href="http://vaisevoltas.blogspot.com/" rel="nofollow">http://vaisevoltas.blogspot.com/</a></p>
<p>um abraço</p>
<p>francisco</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Manifesto por O nosso manifesto &#171; a sociedade primitiva</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/manifesto/#comment-13</link>
		<dc:creator>O nosso manifesto &#171; a sociedade primitiva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2007 23:45:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Excerto do final do nosso manifesto [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Excerto do final do nosso manifesto [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Para um núcleo de antropologia da fcsh por fcruz</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/22/para-um-nucleo-de-antropologia-da-fcsh/#comment-12</link>
		<dc:creator>fcruz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 02:22:44 +0000</pubDate>
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		<description>difícil, difícil... pois é...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>difícil, difícil&#8230; pois é&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em FCT avalia CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia por asociedadeprimitiva</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/19/fct-avalia-cria-centro-em-rede-de-investigacao-em-antropologia/#comment-9</link>
		<dc:creator>asociedadeprimitiva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 12:10:45 +0000</pubDate>
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		<description>sobre um núcleo de antropologia na fcsh fica um post; pode ser que tenha continuidade... não posso prometer nada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sobre um núcleo de antropologia na fcsh fica um post; pode ser que tenha continuidade&#8230; não posso prometer nada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em FCT avalia CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia por asociedadeprimitiva</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/19/fct-avalia-cria-centro-em-rede-de-investigacao-em-antropologia/#comment-8</link>
		<dc:creator>asociedadeprimitiva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Oct 2007 19:32:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/19/fct-avalia-cria-centro-em-rede-de-investigacao-em-antropologia/#comment-8</guid>
		<description>força!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>força!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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