<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>a sociedade primitiva &#187; antropologia</title>
	<atom:link href="http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/category/antropologia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com</link>
	<description>o quotidiano e a antropologia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 04 Dec 2007 23:50:14 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<cloud domain='asociedadeprimitiva.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://www.gravatar.com/blavatar/18ce12eb53b9143351be1edf80168fe3?s=96&#038;d=http://s.wordpress.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>a sociedade primitiva &#187; antropologia</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com</link>
	</image>
			<item>
		<title>The blood path. Chris Knight&#8217;s myth of origin</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/11/29/the-blood-path-chris-knights-myth-of-origin/</link>
		<comments>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/11/29/the-blood-path-chris-knights-myth-of-origin/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 13:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fcruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura simbólica]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
		<category><![CDATA[origem da cultura]]></category>
		<category><![CDATA[paleoantropologia]]></category>
		<category><![CDATA[sociobiologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/11/29/the-blood-path-chris-knights-myth-of-origin/</guid>
		<description><![CDATA[

No decorrer já não sei de que aula do curso de antropologia, já la vai algum tempo, já não sei a que propósito, lançou o docente aos alunos o seguinte repto: vocês têm de pensar muito bem de que se trata a vossa antropologia &#8211; trata-se de descrição? [etnografia]; trata-se de interpretação? [antropologia interpretativa]; trata-se de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asociedadeprimitiva.wordpress.com&blog=1753788&post=84&subd=asociedadeprimitiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a target="_blank" href="http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/the-blood-path-em-construcao/" title="Dossier The blood path"></a><a target="_blank" href="http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/the-blood-path-em-construcao/" title="Dossier The blood path"></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://asociedadeprimitiva.files.wordpress.com/2007/11/bloodrelatoins.thumbnail.jpg" alt="Blood Relations. Menstruation and the Origins of Culture" /></p>
<p></a>No decorrer já não sei de que aula do curso de antropologia, já la vai algum tempo, já não sei a que propósito, lançou o docente aos alunos o seguinte repto: <em>vocês têm de pensar muito bem de que se trata a vossa antropologia &#8211; trata-se de descrição? </em>[etnografia]<em>; trata-se de interpretação? </em>[antropologia interpretativa]<em>; trata-se de literatura? </em>[antropologia pós-moderna]<em>; ou trata-se de fazer ciência?</em> A resposta que não me sai da cabeça desde então é: <strong>trata-se de fazer política.</strong></p>
<p>De uma forma simplificada, a resposta &#8220;fazer política&#8221; serve também de cobertura a todas as outras &#8211; descrever, interpretar, resolver a intelegibilidade de um texto, formular uma teoria, são transformados em instrumentos, <strong>ferramentas para fazer política</strong>. Porquê? Porque os antropólogos ao formularem teorias sobre a cultura e a ligação da cultura à gestão dos problemas gerados na estruturação social establecem-se a si próprios e às próprias teorias que formulam num <em>locus</em> contra-hegemónico especialmente previligiado na desconstrução de estereótipos (construções do senso-comuns sobre o &#8220;outro&#8221;) e na elucidação dos mecanismos que os produzem. Ao formular teorias gerais sobre a cultura a antropologia põe-se em posição para revelar a quais poderosas forças sociais gerais a imensa variação das culturas procura o controlo. A mais valia imediata deste <em>locus</em> é, por exemplo, intermediar a relação entre Estado/políticas de emigração e os emigrantes e, por força do seu poder desconstrutivo e pelo lado dos emigrantes, denunciando os abusos, os atropelos e as tensões inter-culturais.</p>
<p>Mas não é disso (ou é?) que queria falar aqui. <em>A antropologia como instrumento político</em>. Sim, era isso. Isto porque, ao sabor do <em>surf</em>, dei com esta curiosa primeiro, aparentemente rebuscada depois e, finalmente, extremamente interessante, teoria.</p>
<p><strong><em>Menstruation and the origins of culture. </em></strong>Isso mesmo! Diz a dita teoria que a menstruação, um facto biológico, por força de uma revolução social de base feminista (ou, pelo menos, a partir dos interesses particulares das <em>proto-mulheres</em>), esteve, originalmente, na origem da cultura e do primeiro elemento de cultura simbólica: a cor vermelha ligada ao sangue ligado à menstruação. A teoria é reivindicada pelos antropólogos darwinistas, ligados à <a target="_blank" href="http://www.uel.ac.uk/" title="UEL">University of East London</a>, <a target="_blank" href="http://www.chrisknight.co.uk/" title="Chris Knight homepage">Chris Knight</a>, Camilla Power e Ian Watts.</p>
<p>Sem querer aqui explicar toda a argumentação dos autores, vou tentar expor sucinta e esquematicamente os dados principais da mesma apenas para acicatar a curiosidade (no final encontrarão as referências todas que quizerem):</p>
<p><strong>Dois factos biológicos, singulares na natureza, acerca da sexualidade feminina : 1.</strong> menstruação em vez de estro; <strong>2.</strong> sincronização da ovulação (evolutivamente possível pela formação sistemática de coligações femininas).</p>
<p><strong>Consequências para a estruturação social: </strong>impossibilidade de um sistema social do tipo <em>macho alpha</em>; gestão feminina (através de solidariedades de género) da sexualidade do grupo &#8211; troca de sexo por caça; matriarcado; matrilinearidade.</p>
<p><strong>Estratégias simbólicas:</strong> manipulação feminina (das coligações de mulheres) dos sinais da sua sexualidade; amplificação e publicitação dos sinais através do uso cosmético da cor vermelha (ocre vermelho).</p>
<p>São estes os elementos principais desta teoria. Mas não foi acerca da teoria em si que resolvi escrever; foi o princípio político a partir do qual começou a sua formulação.</p>
<p>Rapidamente. No ano de 1989, <a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Donna_Haraway" title="Donna Haraway - Wikipedia">Donna Haraway</a> escreve <em>Primate Visions: Gender, Race, and Nature in the World of Modern Science</em> em que classifica as mais consentâneas teorias sociobiológicas como <em>mitos de origem tecidos a partir de uma luta pelo poder </em>(branco e masculino e, outrossim, conformes ao ambiente político do capitalismo tardio). <em>O Imperativo Territorial</em>, <em>O Gene Egoísta</em>, <em>O Homem Caçador - A Mulher Recolectora</em>, todas teorias que fazem corresponder na biologia os paradigmas do individualismo, do agenciamento, da racionalidade das escolhas económicas, etc&#8230; A partir destas considerações, <a target="_blank" href="http://www.chrisknight.co.uk/" title="Chris Kniht homepage">Chris Knight</a> propõe-se levá-las até ao fim das suas consequências e formula um novo mito de origem, também ele tendo por referência os mesmos paradigmas mas escolhendo um outro ponto de partida, política e explicitamente escolhido &#8211; <strong>feminista e comunista</strong>. E assim começa uma saga que tem então fim na obra <em><a target="_blank" href="http://www.chrisknight.co.uk/1995/09/30/blood_relations/" title="Blood Origins... in Knight's homepage">Blood Relations. Menstruation and the Origins of Culture</a> </em>e nesta aparentemente rebuscada teoria sobre a origem da cultura. Uma teoria sobre a luta feminina pelo controlo dos <em>meios de produção social</em> (sexualidade reprodutiva), sobre a estratégia coligacional de interesses de classe (de género, feminista), sobre o mecanismo da <em>greve</em> (sexual) para impor uma maioria de razão, sobre o poder transformador das revoluções e sobre como a origem da cultura, a origem da cultura simbólica, foi possível a partir e só, de um movimento revolucionário emancipatório.</p>
<p>A teoria da <em>menstruação na origem da cultura</em> é um mito. Explicitamente mitológica. Explicitamente comunista e feminista. Mas não menos coerente que qualquer das que lhe predecedem e com a vantagem de ser coerentemente explícita. E foi isso que me interessou nela e é por isso que ela interessa aqui.</p>
<p>Haveremos ainda de continuar a cavalgar esta onda e por isso este é o primeiro que há de compor um dossier em construcção a que chamo <strong><a target="_blank" href="http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/the-blood-path-em-construcao/" title="The Blood Path">The Blood Path</a></strong> e em que se incluém ainda os antropólogos da <strong><em><a target="_blank" href="http://www.radicalanthropologygroup.org/index.htm" title="RAG homepage">Radical Anthropology Group</a></em></strong> dos quais iremos dando notícia. Tudo começou por aí e pelo panfleto de <a target="_blank" href="http://www.prickly-paradigm.com/paradigm14.pdf" title="Fragments... pdf">David Graeber: <em>Fragments of an Anarchist Anthropology</em></a> editado online pela <a target="_blank" href="http://www.prickly-paradigm.com/" title="Prikly Paradigm Press">Prickly Paradigm Press</a> de <a target="_blank" href="http://anthropology.uchicago.edu/faculty/faculty_sahlins.shtml" title="M.Sahlins Univ.of Chicago">Marshall Sahlins</a>. Como veêm tudo se conjuga. Só fica a faltar a ligação ao <a target="_blank" href="http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/a-realeza-sagrada-em-africa-em-construccao/" title="A realeza sagrada em África">Rei Sagrado</a> e deste a <a target="_blank" href="http://www.regisdebray.com/" title="Régis Debray homepage">Régis Debray</a>. A ver vamos.</p>
<p>Entretanto ficam as referências.</p>
<p><strong>Para uma breve introdução ver:</strong></p>
<p><strong>AA.VV.</strong>, 2006, &#8220;Menstruation and the origins of culture&#8221; [artigo originalmente publicado como entrada na Wikipedia, posteriormente <a target="_blank" href="http://www.radicalanthropologygroup.org/pub_wikipedia_entry.pdf" title="entrada Wikipedia">publicado online</a> pelo RAG]</p>
<p><strong>BRADDEN</strong>, Edmund, 2006, <em>Chris Knight&#8217;s theory of human origins. An abridge account, </em>London <a target="_blank" href="http://www.radicalanthropologygroup.org/class_text_041.pdf" title="Bradden... pdf">[publicado online]</a>.</p>
<p><strong>Essenciais:</strong></p>
<p><strong>HARAWAY, </strong>Donna, 1989, <em>Primate visions : gender, race, and nature in the world of modern science,</em> New York, Routledge. <a target="_blank" href="http://www.ics.ul.pt/biblio/pesquisa.asp" title="ICS Biblioteca cat. online">[ICS - A.C. - 406]</a></p>
<p><strong>KNIGHT</strong>, Chris, 1991, <em>Blood Relations. Menstruation and the origins of culture</em>, New Haven and London, Yale University Press. <a target="_blank" href="http://www.fcsh.unl.pt/biblioteca/pesquisa.asp" title="FCSH Biblioteca cat. online">[FCSH - CS 6718]</a></p>
<p><strong>KNIGHT, </strong>Chris,<strong> POWER, </strong>Camilla, and<strong> WATTS</strong>, Ian, 1995, &#8220;The human symbolic revolution: A Darwinian account&#8221; in <em>Cambridge Archeological Journal. 5:1 :</em> 75-114. <a target="_blank" href="http://www.radicalanthropologygroup.org/pub_knight_power_watts_big.pdf" title="knight_power_watts... pdf">[publicado online]</a></p>
<p><strong>Complementares:</strong></p>
<p><strong>DAWKINS,</strong> Richard, 1988, <em>The selfish gene</em>, London, Paladin. <a target="_blank" href="http://www.ics.ul.pt/biblio/pesquisa.asp" title="ICS Biblioteca cat. online">[ICS - S.M. - 127]</a></p>
<p><strong>HOGBIN</strong>, I. A., 1970, <em>The Island of Menstruating Men</em>, Scranton, London and Toronto, Chandler.</p>
<p><strong>McCLINTOCK</strong>, M. K., 1971, &#8220;Menstrual synchrony and suppression&#8221; in <em>Nature 229</em> : 244-5.</p>
<p><strong>SAHLINS</strong>, Marshall, 1960, &#8220;The origin of society&#8221; in <em>Scientific American 203 (3) : 76-87.</em></p>
<p><strong>TURKE</strong>, Paul W., 1984, &#8220;Effects of ovulatory concealment and synchrony on protohominid mating systems and parental role&#8221; in <em>Ethology and Sociobiology 5 :</em> 33-44.</p>
<p><strong>Sites de referência:</strong></p>
<p><em><strong><a target="_blank" href="http://www.radicalanthropologygroup.org/index.htm" title="RAG homepage">Radical Anthropology Group</a></strong></em></p>
<p><strong><em><a target="_blank" href="http://www.chrisknight.co.uk/" title="Chris Knight homepage">Chris Knight&#8217;s webpage</a></em></strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asociedadeprimitiva.wordpress.com/84/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asociedadeprimitiva.wordpress.com&blog=1753788&post=84&subd=asociedadeprimitiva&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/11/29/the-blood-path-chris-knights-myth-of-origin/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/91d8bb48d912f91ca083199c89c1204a?s=96&#38;d=identicon" medium="image">
			<media:title type="html">fcruz</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://asociedadeprimitiva.files.wordpress.com/2007/11/bloodrelatoins.thumbnail.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Blood Relations. Menstruation and the Origins of Culture</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>I Encontro de Antropologia do Norte de Portugal e da Galiza</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/31/i-encontro-de-antropologia-do-norte-de-portugal-e-da-galiza/</link>
		<comments>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/31/i-encontro-de-antropologia-do-norte-de-portugal-e-da-galiza/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 12:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fcruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alto-Trás-os-Montes]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito Rio de Onor]]></category>
		<category><![CDATA[Galiza]]></category>
		<category><![CDATA[Minho]]></category>
		<category><![CDATA[Montouto]]></category>
		<category><![CDATA[patrimonialização]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/31/i-encontro-de-antropologia-do-norte-de-portugal-e-da-galiza/</guid>
		<description><![CDATA[
 
Só a forma é nova. A antropologia (sempre de braço dado com a história) do norte de Portugal e da Galiza já se encontram há algum tempo. E encontram-se porque as fronteiras sempre foram tanto a linha que divide como a zona de contacto, das trocas e das oportunidades (veja-se a mais-valia do contrabando até à abertura alfandegária). [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asociedadeprimitiva.wordpress.com&blog=1753788&post=62&subd=asociedadeprimitiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center"><a href="http://asociedadeprimitiva.files.wordpress.com/2007/10/encontros_galiza_norte_de_portugal.jpg" title="encontros_galiza_norte_de_portugal.jpg"></a></p>
<p align="center"><a href="http://asociedadeprimitiva.files.wordpress.com/2007/10/montouto.jpg" title="montouto.jpg"></a><a target="_blank" href="http://www.utad.pt/pt/eventos/i_encontro_antropologia/index.html" title="homepage dos encontros"><img src="http://asociedadeprimitiva.files.wordpress.com/2007/10/texto_index_encontros.gif" alt="texto_index_encontros.gif" /></a> </p>
<p>Só a forma é nova. A antropologia (sempre de braço dado com a história) do norte de Portugal e da Galiza já se encontram há algum tempo. E encontram-se porque as fronteiras sempre foram tanto a linha que divide como a zona de contacto, das trocas e das oportunidades (veja-se a mais-valia do contrabando até à abertura alfandegária). E isso interessa muito a um e a outro lado. Trazer à tona as divisões e as partilhas traz também <em>força</em>, seja no plano do desenvolvimento regional seja no plano de engrossar a voz quando se quer fazer ouvir o clamor da memória espartilhada &#8211; e a antropologia e a história galegas gravitam muito em volta deste acordar da memória. Do lado transmontano tem sido a importância para as populações raianas da capitalização da memória cultural (patrimonialização) enquanto saída para a desruralização brutal a que estiveram sujeitas desde os anos 50. Os estudos etno-históricos nestas zonas raianas têm tanto de interesse académico como de interesse prático para as populações no sentido em que trazem consigo o <em>feitiço</em> de catapultar elementos culturais em declíneo para um plano mais elevado de valorização patrimonial e de alavanca do desenvolvimento económico.</p>
<p>Falo disto por experiência. No natal de 2006 tive a oportunidade, como todos os estudantes do curso de antropologia da fcsh têm desde há 25 anos, de fazer um pequeno trabalho de campo, no nosso caso, numa aldeia mais ou menos remota (muito romântica) da zona raiana do concelho de Vinhais &#8211; Montouto. O objectivo de partida era estudar relações de fronteira e em particular o papel do contrabando no passado e a sua imagem no presente das populações. O contacto com o terreno havia de nos apontar outros caminhos. Deparou-se-nos um cenário de forte desertificação humana e uma desvalorização do património aldeão pelos próprios habitantes em contraste com as aldeias vizinhas onde, por altura das festas, o ambiente era de reforço valorativo de tudo que servia o idioma identitário, seja nos bailes, nas <em>matanças, </em>nos rituais das máscaras agora cada vez mais revitalizados e mais abertos ao exterior, seja nos discursos e na vontade em geral de &#8220;mostar&#8221; aos de fora. Em Montouto reinava uma calma estranha. Deste trabalho resultou então uma pequena etnografia centrada nos processos de desruralização e de re-integração das populações num quadro em que o ritmo da vida aldeã é marcado alhures &#8211; no meio urbano, e numa reflexão sobre a importância que os estímulos exteriores têm num quotidiano rural em declíneo. Em Montouto esses estímulos rareavam &#8211; quem estava queria sair e quem tinha saído não voltava e com eles não voltava também o <em>feedback</em> valorativo <em>da paz e da ancestralidade original e ecológica da vida no campo</em>. Em Portugal este <em>reflexo</em> produzido pela urbanidade e pelo interesse académico é bem conhecido: chamamos-lhe <em>efeito Rio de Onor.</em></p>
<p>Fica aqui o testemunho da importância pragmática que o <em>reflexo</em> pode ter na continuidade destas comunidades mais ou menos remotas e, acrescento na minha egocentricidade urbanita, porque gostaríamos de ver continuamente intocável a beleza agreste, o sabor da alheira e do nabo, o cheiro do porco, o frio cortante e o calor <em>do lume </em>e das gentes<em>.</em></p>
<p>Um grande <em>bem hajam</em> a Montouto.</p>
<p align="center"> <a href="http://asociedadeprimitiva.files.wordpress.com/2007/10/montouto.jpg" title="montouto.jpg"><img src="http://asociedadeprimitiva.files.wordpress.com/2007/10/montouto.jpg" alt="montouto.jpg" /></a></p>
<p>Os <a target="_blank" href="http://www.utad.pt/pt/eventos/i_encontro_antropologia/index.html" title="Homepage dos Encontros">encontros</a> passam-se em Chaves, dias 8, 9 e 10 de Novembro, são coordenados pela <a target="_blank" href="http://www.utad.pt/pt/" title="UTAD">UTAD</a> e pela <a target="_blank" href="http://www.usc.es/" title="USC">USC</a> (Universidade de Santiago de Compostela) e as inscrições são gratuitas. São especialmente valiosos e potencialmente estimulantes para vós &#8211; caros colegas &#8211; que este ano embarcam na aventura transmontana, não percam!</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asociedadeprimitiva.wordpress.com/62/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asociedadeprimitiva.wordpress.com&blog=1753788&post=62&subd=asociedadeprimitiva&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/31/i-encontro-de-antropologia-do-norte-de-portugal-e-da-galiza/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/91d8bb48d912f91ca083199c89c1204a?s=96&#38;d=identicon" medium="image">
			<media:title type="html">fcruz</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://asociedadeprimitiva.files.wordpress.com/2007/10/texto_index_encontros.gif" medium="image">
			<media:title type="html">texto_index_encontros.gif</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://asociedadeprimitiva.files.wordpress.com/2007/10/montouto.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">montouto.jpg</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>FCT avalia CRIA &#8211; Centro em Rede de Investigação em Antropologia</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/19/fct-avalia-cria-centro-em-rede-de-investigacao-em-antropologia/</link>
		<comments>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/19/fct-avalia-cria-centro-em-rede-de-investigacao-em-antropologia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 13:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fcruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/19/fct-avalia-cria-centro-em-rede-de-investigacao-em-antropologia/</guid>
		<description><![CDATA[

O NEA (U. MInho), o CIA (U. Coimbra), o CEAS (ISCTE), o CEEP, o CEMME e o ETNA da FCSH/UNL - fundem-se numa plataforma de investigação em antropologia &#8211; CRIA. Esta nova plataforma desmultiplica-se em quatro grupos de investigação que reflectem sobre temas fundamentais para a compreensão do nosso tempo, genericamente: identidade; representações culturais; migrações [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asociedadeprimitiva.wordpress.com&blog=1753788&post=50&subd=asociedadeprimitiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a target="_blank" href="http://ceas.iscte.pt/cria/index.html.com/files/2007/10/cria.png" title="Centro em Rede de Investigação em Antropologia"></a><a target="_blank" href="http://ceas.iscte.pt/cria/index.html.com/files/2007/10/cria.png" title="Centro em Rede de Investigação em Antropologia"></a><a target="_blank" href="http://ceas.iscte.pt/cria/index.html.com/files/2007/10/cria.png" title="Centro em Rede de Investigação em Antropologia"></a><a target="_blank" href="http://ceas.iscte.pt/cria/index.html.com/files/2007/10/cria.png" title="Centro em Rede de Investigação em Antropologia"></a></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://asociedadeprimitiva.files.wordpress.com/2007/10/cria.png" alt="cria.png" /></p>
<p>O <a target="_blank" href="https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/3226" title="Núcleo de Estudos em Antropologia">NEA</a> (<a target="_blank" href="http://www.uminho.pt/" title="Universidade do Minho">U. MInho</a>), o <a target="_blank" href="http://www.uc.pt/cia/" title="Centro de Investigação em Antropologia">CIA </a>(<a target="_blank" href="http://www.uc.pt/" title="Universidade de Coimbra">U. Coimbra</a>), o <a target="_blank" href="http://ceas.iscte.pt/" title="Centro de Estudos de Antropologia Social">CEAS </a>(<a target="_blank" href="http://iscte.pt/" title="Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa">ISCTE</a>), o <a target="_blank" href="http://ceep.fcsh.unl.pt/" title="Centro de Estudos de Etnologia Portuguesa">CEEP</a>, o <a target="_blank" href="http://cemme.fcsh.unl.pt/Main.html" title="Centro de Estudos de Migrações e Minorias Étnicas">CEMME </a>e o ETNA da <a target="_blank" href="http://www.fcsh.unl.pt/" title="Faculdade de Ciências Sociais e Humanas">FCSH/UNL </a>- fundem-se numa plataforma de investigação em antropologia &#8211; <a target="_blank" href="http://ceas.iscte.pt/cria/index.html" title="Centro em Rede de Investigação em Antropologia">CRIA</a>. Esta nova plataforma desmultiplica-se em quatro grupos de investigação que reflectem sobre temas fundamentais para a compreensão do nosso tempo, genericamente: <em><a target="_blank" href="http://ceas.iscte.pt/cria/sid_mva.html" title="Social identity and differentiation">identidade</a></em>; <em><a target="_blank" href="http://ceas.iscte.pt/cria/ppd_mcs.html" title="Practices, Politics, Displays">representações culturais</a></em>; <a target="_blank" href="http://ceas.iscte.pt/cria/mec_spb.html" title="Migrations, Ethnicity, Citizenship"><em>migrações</em> </a>e; <em><a target="_blank" href="http://ceas.iscte.pt/cria/pkm_jyd.html" title="Power, Knowledge, Mediation">poder</a></em>. Há naturais sobreposições destes temas no interior das propostas de investigação de cada grupo e o que os diferencia são mais as perspectivas de análise que os temas ou os objectos de investigação. Saudamos esta heterogeneidade e esperamos que esta união em plataforma estimule o debate e crie as condições para que se procure a síntese necessária à projecção da <em>antropologia portuguesa</em> na cena internacional (ah! a esperança de ver Portugal ombrear com a Suécia para uma <em>antropologia periférica,</em> quão produtiva, quão estimulante!).</p>
<p>Ficamos à espera dos resultados da avaliação da <a target="_blank" href="http://www.fct.mctes.pt/" title="Fundação para a Ciência e a Tecnologia">FCT</a> e que a impressionante reunião de <a target="_blank" href="http://ceas.iscte.pt/cria/investigadores_phd_info.html" title="investigadores">nomes </a>nesta plataforma gere os seus frutos e crie novas oportunidades.</p>
<p>P.S. A propósito desta plataforma, e já há alguns meses, a profª. Paula Godinho lançou um repto aos estudantes no sentido de se criar algo de semelhante ao nível dos alunos dos vários departamentos de antropologia em Portugal (ou até a nível ibérico se bem me lembro!?)&#8230; Por experiência (e <em>mea culpa</em>) sei das dificuldades de levar para a frente tal empreendimento - pela fluidez da comunidade estundantil, por não saber bem por onde começar, por pura inércia - enfim, as desculpas são várias. Será tal coisa possível? Concerteza que sim, mas como fazer? Vontade e <em>know-how</em> precisam-se!</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asociedadeprimitiva.wordpress.com/50/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asociedadeprimitiva.wordpress.com&blog=1753788&post=50&subd=asociedadeprimitiva&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/19/fct-avalia-cria-centro-em-rede-de-investigacao-em-antropologia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/91d8bb48d912f91ca083199c89c1204a?s=96&#38;d=identicon" medium="image">
			<media:title type="html">fcruz</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://asociedadeprimitiva.files.wordpress.com/2007/10/cria.png" medium="image">
			<media:title type="html">cria.png</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Textos de Antropología e Entrevista a Claude Lévi-Strauss</title>
		<link>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/14/textos-de-antropologia-e-entrevista-a-claude-levi-strauss/</link>
		<comments>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/14/textos-de-antropologia-e-entrevista-a-claude-levi-strauss/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Oct 2007 22:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fcruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/14/textos-de-antropologia-e-entrevista-a-claude-levi-strauss/</guid>
		<description><![CDATA[Não, o acento em Antropología está mesmo no sítio certo. Trata-se do blog Textos de antropología e que se destina-se aos estudantes de Ciências Antropológicas da Facultad de Filosofía y Letras de Buenos Aires. Contém material variado para a cadeira em pdf e video. Boa ideia, não!? Seria interessante conseguir-se algo parecido por cá. A maior parte dos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asociedadeprimitiva.wordpress.com&blog=1753788&post=48&subd=asociedadeprimitiva&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Não, o acento em <em>Antropología </em>está mesmo no sítio certo. Trata-se do blog <a target="_blank" href="http://txtantropologia.wordpress.com/" title="Textos de Antropologia">Textos de antropología</a> e que se destina-se aos estudantes de Ciências Antropológicas da <a target="_blank" href="http://campus.filo.uba.ar/" title="FFyL (UBA)">Facultad de Filosofía y Letras de Buenos Aires</a>. Contém material variado para a cadeira em pdf e video. Boa ideia, não!? Seria interessante conseguir-se algo parecido por cá. A maior parte dos textos são em castelhano e o blog arrancou em Agosto, consequentemente ainda não tem muitos títulos. Mas há por lá umas pérolas, nomeadamente esta <a target="_blank" href="http://www.esnips.com/doc/d05b16f7-2b37-42b3-8ee4-9a2c91e0b3f3/philo---Bateson,Gregory---Mind-and-nature" title="Bateson pdf">Gregory Bateson: <em>Mind and Nature</em></a>. A explorar.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/14/textos-de-antropologia-e-entrevista-a-claude-levi-strauss/"><img src="http://img.youtube.com/vi/u73chpnKKhQ/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>A entrevista está dividida em 7 partes; para visionarem as restantes é ir a <a href="http://es.youtube.com/user/wernerbh">http://es.youtube.com/user/wernerbh</a>.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/asociedadeprimitiva.wordpress.com/48/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=asociedadeprimitiva.wordpress.com&blog=1753788&post=48&subd=asociedadeprimitiva&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://asociedadeprimitiva.wordpress.com/2007/10/14/textos-de-antropologia-e-entrevista-a-claude-levi-strauss/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/91d8bb48d912f91ca083199c89c1204a?s=96&#38;d=identicon" medium="image">
			<media:title type="html">fcruz</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/u73chpnKKhQ/2.jpg" medium="image" />
	</item>
	</channel>
</rss>