O nosso manifesto

Excerto do final do nosso manifesto
Assim, o primitivo aplica feitiços a tudo, é ambíguo, analógico, é muito complicado e muito despropositado mas basta-se a si próprio e aos seus para se explicar, quer ser diferente entre iguais, quer ser livre mas prefere obedecer e, para que se justifique o paradoxo, transcende-o.
Para além dos marcos nas bermas há as pedras na estrada. E há marcos que não vemos. Há marcos que nos obrigam a voltar para trás para podermos prosseguir e há marcos além, para lá da curva na estrada e que ainda não podemos ver. Havemos de lá chegar para descobrir que isto nunca acaba; entretanto, seguimos à boleia do primitivo. E bem acompanhados…
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- Published:
- Novembro 2, 2007 / 11:42 pm
- Category:
- editorial
- Tags:
- antropologia, Clastres, Debray, Lévi-Strauss, Marx e Freud, Morin, primitivo, Turner
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