FCT avalia CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia

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O NEA (U. MInho), o CIA (U. Coimbra), o CEAS (ISCTE), o CEEP, o CEMME e o ETNA da FCSH/UNL - fundem-se numa plataforma de investigação em antropologia - CRIA. Esta nova plataforma desmultiplica-se em quatro grupos de investigação que reflectem sobre temas fundamentais para a compreensão do nosso tempo, genericamente: identidade; representações culturais; migrações e; poder. Há naturais sobreposições destes temas no interior das propostas de investigação de cada grupo e o que os diferencia são mais as perspectivas de análise que os temas ou os objectos de investigação. Saudamos esta heterogeneidade e esperamos que esta união em plataforma estimule o debate e crie as condições para que se procure a síntese necessária à projecção da antropologia portuguesa na cena internacional (ah! a esperança de ver Portugal ombrear com a Suécia para uma antropologia periférica, quão produtiva, quão estimulante!).

Ficamos à espera dos resultados da avaliação da FCT e que a impressionante reunião de nomes nesta plataforma gere os seus frutos e crie novas oportunidades.

P.S. A propósito desta plataforma, e já há alguns meses, a profª. Paula Godinho lançou um repto aos estudantes no sentido de se criar algo de semelhante ao nível dos alunos dos vários departamentos de antropologia em Portugal (ou até a nível ibérico se bem me lembro!?)… Por experiência (e mea culpa) sei das dificuldades de levar para a frente tal empreendimento - pela fluidez da comunidade estundantil, por não saber bem por onde começar, por pura inércia - enfim, as desculpas são várias. Será tal coisa possível? Concerteza que sim, mas como fazer? Vontade e know-how precisam-se!


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